Page 61 - Latinaero_magazine_issue_02_March_2012

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revista
Latin
aero
Number 2 - 2012
Always in the lead, in 1967, the U.S.
Navy China Lake missile test centre, in
California, reported on the development
of a decoy fare intended for launching
from the AN/ALE-29 dispensing set ins-
talled on a number of U.S. military air-
craft. The prime goal was for the fare to
defeat the AA-2 “Atoll” short-range, infra-
red homing air-to-air missile developed
by the USSR using the Sidewinder 1A as
a surrogate. This was a not too complex
issue, in reality, as the“Atoll” (Vympel K-13)
was similar in appearance and function to
the U.S. AIM-9 Sidewinder (after which it
had been reverse-engineered using an
unexploded missile recovered in China in
September 1958, so it says). Early fare de-
velopments were aimed at providing pro-
tection in the IR 2 μm to 3 μm bandpass
region. As missiles improved, the threat
moved to also operate in the higher infra-
red bandpass zone. In 1968, the U.S. Navy
set out to develop a family of IR fares
that were efective in the 3 μm to 5 μm
bandpasses. They considered changing
the combustion mode to a much higher
rate, burning more material, lengthening
the fare by two inches, altering the AN/
ALE-29 dispenser to “squarish” holes, and
modifying the chemical composition
to improve efciency. The Mk 46 Mod 0
fare, put in production in 1968, was the
frst U.S.-made fare developed with the
above objectives. The need for 120-150
decoy fares on an aircraft operating
in a dangerous area was thus conside-
red mandatory. It was the frst time that
IRCM investigators suggested that the
number of fares that could be carried by
aircraft of that era would be insufcient
to provide complete protection. A de-
EUA em China Lake informou sobre o
desenvolvimento de um chamariz do
tipo fare designado para ser lançado do
lançador AN/ALE-29 instalado em vários
aviões militares dos EUA. O objetivo prin-
cipal era que o fare derrotasse o míssil
ar-ar IR de curto alcance AA-2 "Atoll", de-
senvolvido pela União Soviética usando o
Sidewinder 1A como um substituto. Isto
não era uma questão muito complexa,
na realidade, como o "Atoll" (Vympel
K-13) era similar em aparência e função
com o AIM-9 Sidewinder americano (que
havia sido "copiado" através de engen-
haria reversa usando um míssil que não
explodiu e foi recuperado na China em
setembro de 1958). Os primeiros fares
foram concebidos para fornecer proteção
na banda infravermelho na zona entre 2
μm e 3 μm. Com a evolução dos mísseis,
a ameaça passou também a operar nas
zonas da banda infravermelho entre 3
μm e 5 μm Em 1968, a U.S. Navy come-
çou a desenvolver uma família de fares
IR que eram efcazes nas zonas da banda
entre 3 μm e 5 μm. Eles consideraram
alterar o modo de combustão para uma
taxa muito mais elevada, queimando
mais material, alongando o fare em mais
duas polegadas, alterando o lançador
AN/ALE-29 para buracos "quadrados" e
modifcando a composição química para
melhorar a efciência. O fare Mk 46 Mod
0, colocado em produção em 1968, foi o
primeiro fare americano desenvolvido
com os objetivos acima citados. A neces-
sidade de 120-150 chamarizes em uma
aeronave operando em uma área perigo-
sa, portanto, foi considerada obrigatória.
Foi a primeira vez que os investigadores
de IRCM sugeriram que o número fares
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I. Lecuyer e o Major T. Vermeersch. Res-
ponsáveis pelos sistemas IRCM da DGA.
Ms I. Lecuyer and Major T. Vermeersch in
charge of IRCM systems with DGA. © J.-M. Guhl

O sistema DIRCM Manta da Indra insta-
lado junto com os sensores MILDS da Cassidian
em um CASA 212 usado pela DGA.
Indra’s Manta DIRCM installed, along with Cas-
sidian MILDS sensors, on a flying test-bed for
the duration of Embow XIII. The CASA 212 was
used by DGA at Cazaux to test the efficiency of
the new generation Manta DIRCM conceived in
Spain with Russian assistance. © J.-M. Guhl